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5 lições que tiramos da queda do WhatsApp

A hegemonia das redes sociais e sua tamanha importância na vida das pessoas não é mais novidade para ninguém. Sobretudo em um cenário de pandemia, no qual o trabalho cada vez mais está atrelado ao mundo digital, e nos tornamos reféns da tecnologia para exercer diversas funções. Aplicativos como WhatsApp, Facebook e Instagram se tornam essenciais no dia a dia da população, tanto em momentos de lazer, quanto para o trabalho, e conquistam o público de todas as idades.

Negócios migram para o e-commerce, surgem novas oportunidades de carreira — como é o caso dos influenciadores digitais — e a informação é compartilhada de maneira instantânea. Mas a pergunta que não quer calar é: o que fazer quando uma dessas plataformas falha? Porque independente de ter adquirido um caráter fundamental na vida das pessoas, todo software está sujeito a bugs, sobrecargas, problemas técnicos, hacks

É preciso prever os riscos e estar sempre um passo à frente, sabendo como dar continuidade a seus projetos no offline. Para auxiliar você, profissional de Comunicação que perdeu o rumo e se desesperou com a queda do WhatsApp, Facebook e Instagram no dia 19 de março, preparamos 5 lições que não devem ser esquecidas nessa era digital, principalmente em casos como esse em que nossas mãos parecem estar atadas.

  1. Contato direto com o cliente é essencial: o e-mail e o WhatsApp podem até ser a maneira mais prática, fácil e rápida de se ter contato com um cliente. Porém, a conexão direta — realizada por ligação ou videochamada no cenário atual — é imprescindível para construir uma relação mais próxima, alinhar expectativas e conhecer profundamente o outro lado. Assim, quando os aplicativos te deixarem na mão, não será preciso pânico ou uma apresentação formal. Você já terá adquirido a confiança do seu cliente e até mesmo uma intimidade para ligar, conversar e trocar diretamente com ele.
  2. Se organize com papel e caneta: somos muito reféns dos calendários digitais para programar nossos compromissos, dos lembretes do Facebook para dizer quem está fazendo aniversário e da contagem regressiva do Instagram para estar a par dos grandes eventos. Mas ter uma agenda física e lista de tarefas no papel é essencial para reter as informações e ter maior domínio do seu cronograma, além de não arriscar deixar algo passar despercebido.
  3. Não se esqueça de salvar: depender da tecnologia para a segurança dos seus projetos nunca é uma boa ideia. Portanto, é importante lembrar de constantemente salvar suas ideias na nuvem, em um pendrive ou Google Drive para que seus arquivos sejam sempre resgatáveis e você não perca nada no caso de uma possível falha técnica. Já pensou ver todo o seu trabalho indo por água abaixo?
  4. Aprenda a lidar com as adversidades: a rede social deu problema? Respire fundo e programe seus compromissos novamente de acordo com a demanda. O que puder ser resolvido fora da internet deve ser adiantado e as tarefas que dependem do online ficam para depois. Não perca o foco e saiba gerir seu trabalho mesmo em momentos de crise.
  5. Viva a vida offline: buscar referências em outros lugares além da internet, como livros, jornais, revistas, televisão e na própria convivência exterior é importantíssimo para um trabalho envolvendo criatividade. Não devemos restringir nossa área de atuação somente a internet, muito menos estar conectados 24h, incluindo momentos de lazer. Conversar com pessoas, visitar lugares (quando possível) como museus, shoppings e parques para analisar o mercado e o público e viver a vida off-line deve ser sempre prioridade.

O que achou dessas lições? Com certeza elas vão ajudar você, profissional de Comunicação, a lidar melhor com a próxima crise das redes sociais. Porque uma coisa é certa: elas irão acontecer! Compartilhe essa postagem com um colega para mais pessoas estarem preparadas e aprenderem a trabalhar tanto online, quanto off-line.

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