30 de março de 2016 Agência A+

O que ainda não contaram para as marcas sobre investir em redes sociais

Se antes apenas as grandes empresas usavam as redes sociais para interagir com seu público, hoje até mesmo as menores já entenderam a importância de ser relevante, ter seguidores e conteúdos atrativos.
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Se antes apenas as grandes empresas usavam as redes sociais para interagir com seu público, hoje até mesmo as menores já entenderam a importância de ser relevante, ter seguidores e conteúdos atrativos. Atualmente quase metade das empresas brasileiras (47%) já está presente em seis ou mais ambientes sociais online, segundo uma pesquisa realizada pela Tracto.

Mesmo assim, empresas de renome ainda possuem baixa audiência, falta de interatividade com seus consumidores e dificuldade para integrar todas as redes sociais. Mesmo os brasileiros sendo os que mais consomem redes sociais no mundo, o país ainda engatinha na hora da interação. São poucas as empresas que se preocupam em fazer uma comunicação eficiente nas redes sociais. Todos querem estar nas redes, mas não absorveram ainda a importância de ter um planejamento.

Alguns erros são cometidos pela maioria das empresas e podem ser evitados. Veja os deslizes mais comuns e como evita-los:

Não dá para estar em todos os lugares ao mesmo tempo:

As empresas já deram algumas escorregadas ao se cadastrarem em várias redes sociais ao mesmo tempo e não conseguirem manter o ritmo. As redes sociais exigem dedicação, além de conteúdo diferenciado e de acordo com o perfil de cada mídia. Nem todas as redes sociais têm a cara da marca e estar em tudo pode ser prejudicial. Antes de qualquer coisa, é necessário definir o público que quer atingir, a mensagem que será passada e até mesmo analisar onde os concorrentes estão presentes. Após essa análise é a hora de montar a estratégia e decidir em quais vão manter ação.

Se for falar mal de mim, me chama:

Em tempos de redes sociais, é possível mensurar se uma marca deu certo rapidamente pelos elogios que recheiam a página da marca, mas quando algo não sai do jeito que o consumidor gostaria, as menções negativas veem na mesma proporção. Mesmo que isso incomode, o ideal é resolver de maneira leve, se mostrar envolvido no assunto e trazer opções para que o consumidor neutralize a questão. Algumas empresas já brigaram com consumidores nas redes sociais, o que fez com que mais pessoas se unissem contra a marca. Com sabedoria, é possível reverter a crise em uma oportunidade!

Síndrome do “Eu me amo”:

Ao criar uma página nas redes sociais, a ideia mais clara que aparece é que será mais um canal para divulgar os produtos da empresa, certo? Errado! Mesmo sendo uma página corporativa, os produtos devem aparecer sutilmente e dentro de um contexto. Por isso, o ideal é criar histórias interessantes, que tenha a ver com a empresa e que gere engajamento. Falar apenas dos produtos e serviços só vai afastar o público.

O que é feito nas redes sociais, não fica só lá

É possível que algumas ações passem uma mensagem errada, tenha duplo sentido e ofendam a um determinado público.  Neste caso, muitas empresas apagam o post e se esquecem que uma vez publicado nas redes sociais, alguém já copiou a página, inseriu em fóruns de discussões, já compartilhou e pode até virar “meme”. Em caso de retratação necessária, é recomendado usar o mesmo canal .

Em redes sociais, o tempo é o rei:

As empresas devem mostrar que estão dispostas a atender sempre. Por isso, é importante ter um responsável para administrar todas as dúvidas da marca, que se mostre disponível, tenha “jogada de cintura” e responda com muita rapidez.

Artigo de Alessandro Visconde, CEO da iFruit

por Alessandro Visconde, CEO da iFruit.
Fonte: Adnews.

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